Manual do tratamento quimioterápico


O que é quimioterapia?

Quimioterapia é um tratamento no qual se utilizam medicamentos capazes de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células cancerígenas. Pode ser associada a outros tipos de tratamento, como cirurgia e radioterapia. Os quimioterápicos agem destruindo as células doentes, inibindo a sua proliferação. O mecanismo de ação direciona-se principalmente para todas as células de multiplicação rápida do nosso organismo e não só para as células anormais. Desta ação resultam os principais efeitos colaterais da quimioterapia que abordaremos mais adiante. Esses efeitos colaterais são reversíveis em sua maioria, pois as células normais voltam a se multiplicar e desempenhar suas funções habituais no intervalo entre as aplicações e, principalmente, após o término da quimioterapia.

Como é aplicada a quimioterapia?

Dependendo do tipo de doença e da medicação utilizada, a quimioterapia pode ser administrada por via intravenosa (diretamente na veia através de soro), intra-arterial (na artéria que alimenta o tumor), intravesical (nos tumores de bexiga), intratecal (dentro do líquor na coluna vertebral), intramuscular (no músculo), subcutânea (sob a pele), e via oral (através de comprimidos ou cápsulas). Sua quimioterapia será administrada por uma equipe de enfermagem com formação específica para lhe oferecer o melhor atendimento. Durante todo o tempo da sua aplicação haverá um médico presente na clínica, para atendê-lo em eventual necessidade.

Orientações para o dia da aplicação:

O dia da aplicação deve ser considerado um dia especial, alguns cuidados devem ser tomados.

• Não fique em jejum. Faça uma refeição leve 1 hora antes da aplicação.

• Evite marcar outros compromissos no dia do seu atendimento.

• Seus medicamentos são preparados somente após a sua chegada, obedecendo a rigorosos padrões de segurança. O processo requer tempo.

• Traga um acompanhante, alguns medicamentos podem causar sonolência.

• Programe-se para chegar no horário agendado, se por algum motivo não puder comparecer ou for se atrasar, por favor, avise-nos.

• Se realizou exame, lembre-se de trazê-lo no dia, ou nos envie por fax ou por e-mail (ligue para confirmar o recebimento).

• Sempre que vier ao tratamento ambulatorial, traga consigo seu cartão de acompanhamento e as medicações de uso oral que deverá tomar durante sua permanência.

• Venha com roupas confortáveis, lembrando que o ambiente é climatizado e oscilações de temperatura podem ocorrer.

Quais são os possíveis efeitos colaterais após a quimioterapia?

As drogas quimioterápicas se distribuem por todos os locais do corpo, atingindo, dessa forma, todas as células que estão com problemas. No entanto, células normais também são atingidas, podendo provocar alterações no organismo que são chamadas de efeitos colaterais. Na maioria das vezes, esses efeitos são passageiros e podem ser evitados ou atenuados, quando seguidas corretamente as orientações da equipe de saúde.

LEMBRE-SE: esses efeitos colaterais não acontecem com todas as pessoas que fazem quimioterapia, pois dependem do tipo de medicamento utilizado e do organismo de cada paciente.

A seguir falaremos de alguns efeitos mais comuns e o que você deve fazer para evitá-los ou reduzi-los.

NÁUSEAS E VÔMITOS

Esse efeito colateral é decorrente da irritação nas paredes do estômago e do intestino, ou da ação direta do quimioterápico no Sistema Nervoso Central. Nem todos os medicamentos quimioterápicos provocam náuseas e vômitos. A intensidade vai depender do tipo de droga utilizada, da dose e de como o organismo reage. Estes efeitos podem aparecer uma hora ou várias horas após a administração da quimioterapia. Felizmente, existe um grande número de medicamentos antináuseas disponíveis que são utilizados como prevenção antes da quimioterapia e nos dias que se seguem ao dia da aplicação.

DICAS

• No dia do tratamento, faça uma refeição leve 1 hora antes da aplicação, evitando alimentar-se imediatamente antes da aplicação.

• Faça várias refeições ao dia, em pequenas quantidades - de 2 em 2 horas, ou de 3 em 3 horas, mesmo antes de sentir fome, evitando ficar muito tempo de estômago vazio.

• Coma devagar, mastigando bem os alimentos.

• Coma alimentos de fácil digestão, evite alimentos gordurosos e frituras.

• Evite odores (cheiros) fortes.

• Evite cozinhar quando estiver nauseado.

• Evite idas à cozinha no momento em que os alimentos estão sendo preparados.

• Prefira alimentos leves e de fácil digestão.

• Evite alimentos muito quentes. Faça opção por alimentos frios ou em temperatura ambiente. As balas azedas, alimentos secos como bolachas salgadas e torradas ajudam a reduzir o enjoo.

• Evite a desidratação, tomando bastante líquido, vagarosamente durante todo o dia; evite líquidos durante as refeições, dê preferência a sucos e água gelada.

• Evite deitar-se logo após as refeições.

• Nos dias que antecedem e sucedem à aplicação, priorize atividades relaxantes, que lhe tragam bem-estar, a fim de evitar aumento de ansiedade. Vista roupas leves e folgadas, evitando comprimir o abdome.

• Quando estiver enjoado, não force a ingestão de líquidos ou alimentos - utilize o remédio orientado pela equipe médica.

• Em caso de vômitos persistentes, contactar a equipe médica.

 

ALOPÉCIA (QUEDA DE CABELOS/PELOS)

Algumas drogas quimioterápicas atingem o crescimento e a multiplicação das células que dão origem ao cabelo, podendo deixar os fios mais finos, frágeis e quebradiços, provocar a queda de forma total ou parcial. Esse efeito geralmente ocorre a partir da segunda ou terceira semana do tratamento, acentuando-se ao longo das aplicações. É importante lembrar que este efeito é temporário e, após o término do tratamento, o cabelo volta a nascer em ritmo próximo ao normal.

DICAS

• Sugerimos cortar os cabelos, uma vez que o peso do fio longo pode desprendê-lo do couro cabeludo mais facilmente. Considerar a opção de confeccionar peruca com o próprio cabelo.

• Escove os cabelos delicadamente, evite o uso de escovas com cerdas duras.

• Dê preferência a xampus neutros, suaves que evitam o ressecamento do cabelo ou do couro cabeludo.

• Evite o uso do secador, permanentes, alisamentos e tinturas; seque os cabelos com toalha macia, sem esfregar muito.

• Evite fatores que dificultam o crescimento do cabelo como calor, umidade e oleosidade, portanto não utilize lenços, toucas ou perucas durante o dia todo.

• Evite prender o cabelo com grampos, elásticos ou presilhas.

• Evite exposição do couro cabeludo à luz solar, protegendo-o com filtro solar, chapéu ou lenço até seis meses após o término do tratamento; deve-se evitar o uso de produtos químicos, como pinturas e permanentes, pois os cabelos geralmente voltam a nascer mais finos, para gradativamente atingirem a espessura normal.

MUCOSITE

Alguns medicamentos podem afetar as mucosas do corpo, são as chamadas mucosites (inflamação da mucosa). Podem acontecer no trato gastrointestinal ou região vaginal e causam desconforto na mucosa, sensibilidade, ardência, vermelhidão, descamação, aparecimento de aftas; podem ser dolorosas e muitas vezes dificultam a alimentação. Essas lesões podem aparecer de 2 a 10 dias após a aplicação da quimioterapia. Ao sentir qualquer um desses sintomas, deve-se comunicar ao médico para que medidas preventivas sejam tomadas, evitando infecção.

DICAS

• Procure um dentista antes de iniciar o tratamento, para fazer uma limpeza, tratar alguma cárie ou inflamação.

• Realize higiene oral com maior frequência, após cada refeição, ao levantar-se e antes de dormir.

• Utilize uma colher rasa de bicarbonato de sódio dissolvido em um copo pequeno de água filtrada e fervida, para bochechar após as refeições.

• Evite escova de dentes com cerdas duras, ou, em casos de maior sensibilidade, uma boa alternativa é passar o creme dental com algodão enrolado em uma espátula.

• Evite usar produtos de higiene oral que contenham álcool na sua fórmula.

• Evite ingerir alimentos quentes, picantes ou muito duros.

• Beba bastante líquido.

• Prefira alimentos pastosos, macios, leves e com pouco sal.

• Evite comer frutas ácidas (limão, tangerina, abacaxi, etc).

• Utilize soluções de nistatina, bepantol e gelo para bochechos e gargarejos, conforme orientação da equipe de saúde.

ALTERAÇÕES DA PELE E UNHA

Alguns medicamentos podem tornar sua pele seca, mais escura e mais sensível à luz solar. As unhas também podem ficar mais quebradiças, escuras, com crescimento mais lento. Esses efeitos são passageiros e em geral desaparecem alguns meses após o término do tratamento.

DICAS

• Evite exposição excessiva ao sol, principalmente nos horários das 10h às 16h.

• Utilize diariamente filtro solar com fator de proteção maior ou igual a 30. Aplique o filtro solar 30 minutos antes da exposição ao sol e reaplique a cada 2 horas.

• Evite tomar banho muito quente, aplicar perfume diretamente sobre a pele e usar cosméticos sem orientação médica.

• Fique atento aos locais que foram puncionados para a administração dos quimioterápicos e comunique à enfermagem qualquer alteração nestes locais.

• Utilize pelo menos uma vez ao dia hidratante (sem cheiro) na pele.

DIARREIA

A diarreia (evacuações frequentes com fezes amolecidas), efeito colateral presente em alguns protocolos do tratamento, pode causar desidratação, que é a perda de líquido do organismo. A desidratação pode acarretar complicações como fraqueza, tontura, taquicardia (pulso acelerado), confusão mental e hipotensão. Alguns medicamentos quimioterápicos podem provocar diarreia em maior ou menor intensidade. É importante descrever ao seu médico os sintomas, frequência, consistência, cor das fezes e se está acompanhada de cólicas ou sangue.

DICAS

• Beba bastante líquido, de preferência água de coco.

• Evite frituras, alimentos muito temperados e gordurosos.

• Evite frutas e legumes que não estiverem maduros.

• Evite leite e derivados.

• Evite café ou outras bebidas que contenham cafeína (chá preto, chocolate) por todo o tempo que persistir a diarreia.

• Evite o uso de papel higiênico após as dejeções diarreicas - prefira realizar higiene perianal com ducha.

• Utilize medicações somente autorizadas pela equipe de saúde.

• Diarreia com febre deve ser imediatamente comunicada à equipe.

 

PRISÃO DE VENTRE (CONSTIPAÇÃO INTESTINAL)

A constipação, ou dificuldade de evacuar as fezes, pode ser consequência do próprio tratamento quimioterápico, de outras medicações em uso, ou decorrente de alterações dos hábitos alimentares (com pouca ingestão de fibras) e inatividade física.

DICAS

• Beba bastante líquido - no mínimo 2 litros por dia.

• Pratique exercícios físicos leves todos os dias, se possível, como caminhada (sempre com a orientação do seu médico).

• Dê preferência a alimentos laxantes; em casos mais persistentes, a nutricionista pode orientar a dieta e o médico pode prescrever o uso de laxantes.

ANEMIA

As células do sangue também são afetadas pela quimioterapia, podendo ocorrer uma queda no número de hemácias - glóbulos vermelhos do sangue – causando anemia. Esta pode levar à sensação de fraqueza, cansaço, falta de ar, tontura e edema nos pés. Em alguns casos se faz necessário o uso de transfusão de sangue ou tratamento para estimular a produção de hemácias (eritropoetina).

DICAS

• Evite atividades que exijam muito esforço físico.

• Descanse bastante e procure dormir bem.

• Coma alimentos ricos em ferro.

LEUCOPENIA

A quimioterapia pode afetar os leucócitos - glóbulos brancos do sangue – que são responsáveis pela defesa do nosso organismo. São eles que destroem as bactérias, fungos e vírus. Se o número de leucócitos estiver reduzido, o indivíduo fica mais propenso a infecções. Durante o período de tratamento, é realizado um acompanhamento das condições do paciente através de exames de sangue e em alguns casos é necessário o uso de medicações para estimular a medula a produzir leucócitos.

DICAS

• Evite locais fechados e muito cheios, pouco ventilados e úmidos (com mofo).

• Evite encontrar pessoas com alguma doença infecciosa.

• Atente à febre (temperatura acima de 37,8°C), comunicando ao seu médico.

• Faça uma boa higiene pessoal, lavando bem as mãos antes das refeições, ao chegar em casa e ao usar o banheiro.

• Faça uma limpeza constante da boca e dentes. Mantenha as unhas sempre cortadas e limpas.

• Lave bem os alimentos antes de comê-los.

• Evite alimentos crus.

• Evite espremer furúnculos, espinhas ou cravos.

• Evite tomar banho de rio, lagoa ou piscina coletiva.

• Evite tirar cutículas das unhas.

• Tenha cuidado ao fazer barba, axilas ou pernas.

• Troque as toalhas de banho regularmente e não as dívida com outras pessoas.

• Evite lidar com terra, plantas ou água de vasos de flores.

• Use luvas de proteção quando lidar com jardinagem ou limpar seus animais.

PLAQUETOPENIA

A quimioterapia pode causar a diminuição do número de plaquetas - células do sangue responsáveis pela coagulação. O número reduzido de plaquetas torna o indivíduo mais propenso a sangramentos.

DICAS

• Observe se há presença de sangramento nasal, oral, intestinal ou urinário e comunique ao seu médico.

• Evite traumas e a manipulação de objetos cortantes (tesoura, faca).

• Utilize escova de dentes com cerdas macias, observe sangramento na gengiva.

• Tratamento dentário, quando necessário, requer autorização do médico assistente.

• Evite o uso de injeção intramuscular, subcutânea e intradérmica.

• Observe e comunique a ocorrência de hematomas na pele.

Nutrição durante tratamento oncológico

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

A alimentação é um dos pilares da saúde do organismo. A energia necessária para o funcionamento de todo nosso organismo é retirada dos alimentos que consumimos. Entende-se por alimentação saudável a dieta composta de todos os nutrientes (proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais e fibras) necessários ao corpo humano na quantidade de que ele precisa e com a qualidade boa. Para conseguirmos atingir esse conceito na prática, precisamos consumir alimentos variados e de procedência confiável, preferencialmente da região e da estação e na quantidade adequada. O excesso e a falta caracterizam uma dieta desequilibrada e podem gerar consequências ao metabolismo do corpo. Outro nutriente indispensável para a saúde é a água, utilizada desde a respiração de cada célula do corpo até o movimento dos músculos. Durante o tratamento oncológico, a alimentação necessita ser observada e individualizada em todo o processo. O organismo precisa de uma melhor seleção de nutrientes e, algumas vezes, da suspensão temporária de outros, seja em quimioterapia, radioterapia ou no pré e pós-operatório. Alterações do estado nutricional acometem mais de 40% dos portadores de câncer. Por isso, uma avaliação nutricional detalhada pode prevenir a desnutrição ou o desequilíbrio de nutrientes ou tratá-lo mais precocemente. O cardápio e a orientação nutricional devem ser individualizados e feitos considerando o quadro clínico, alterações do organismo, peso, altura, idade, sexo e diversas outras variáveis importantes. Porém, algumas dicas podem ser gerais e muito úteis.

• Sendo possível manter a alimentação por via oral (pela boca), mantenha-a o mais próxima da alimentação saudável possível.

• Faça uma maior quantidade de refeições ao dia, mesmo que comendo menos em cada uma delas. Evite passar mais de três horas sem consumir um tipo de alimento, isso ajuda muito a minimizar os efeitos adversos do tratamento.

• Mastigue devagar e mais vezes cada porção de alimento consumida.

• Consuma alimentos que mais gosta e evite os alimentos indesejados

• Tenha um bom consumo de água e líquidos. Um adulto precisa, de forma geral, de dois litros de líquido por dia, que podem ser distribuídos na forma de água, água de coco, sucos de frutas, sopas, caldos, frutas e vegetais com maior teor de água.

• Consuma frutas e verduras diariamente, pelo menos três porções de cada grupo. Estes alimentos ajudam a melhorar o funcionamento do intestino e melhoram o aporte de vitaminas e minerais.

• Consuma os alimentos que aumentam o fornecimento de energia. Com o tratamento, seu gasto energético está maior, por isso, nas principais refeições do dia, tenha sempre as fontes de cereais: pães, massas, arroz, raízes e tubérculos.

• Evite alimentos industrializados, enlatados, “comida de rua”, salgadinhos, frituras e refrigerantes. Estes alimentos prejudicam a saúde de forma geral, possuem muito sódio e aumentam a possibilidade de processo infeccioso caso a imunidade esteja alterada.

• Priorize a adequada higiene das mãos antes e depois de cada refeição e durante o preparo dos alimentos, para evitar contaminação dos mesmos e a possibilidade de toxinfecção alimentar.

• Caso não consiga alimentar-se ou tenha qualquer tipo de dificuldade, avise à equipe que lhe trata.

• Nem sempre é possível saber o que, como, quando e quanto comer de cada alimento; para isso, conte com o apoio de um profissional nutricionista.

• A sua alimentação pode necessitar de mudança quando surgirem alguns efeitos adversos do tratamento como: perda de apetite, diarreia, dificuldade de engolir, diminuição da saliva, constipação, náuseas e vômitos, alteração do paladar, feridas na boca e fadiga. Para cada efeito adverso, um grupo de alimentos é recomendado.

Psico-oncologia

A psico-oncologia busca uma melhor compreensão da doença e das maneiras para lidar com ela, sempre focando na melhoria de qualidade de vida e no enfrentamento da doença. Este trabalho possui alguns objetivos:

• Ajudar o paciente a enfrentar a doença através de técnicas específicas, visando sua participação ativa na evolução do tratamento.

• Facilitar a comunicação entre as pessoas que convivem com o paciente. • Ajudar o paciente a compartilhar seus medos, expectativas e emoções.

• Contribuir com a reintegração do paciente ao seu ambiente social.

• Ajudar na realização de novas atividades e novos projetos, de acordo com as possibilidades e limitações existentes.

• Resgatar a autonomia e a dignidade.

As pessoas que recebem um diagnóstico de câncer passam por vários níveis de estresse. As mudanças físicas e psíquicas; as alterações no estilo de vida e as preocupações financeiras são aspectos que costumam afligir qualquer pessoa. A tristeza, a angústia, o medo do desconhecido, a ansiedade e a insegurança são reações normais quando recebemos este diagnóstico. É aí que entra a necessidade de um apoio psicológico adequado.

Serviço de Psico-Oncologia AMO

A AMO oferece o Serviço de Psico-Oncologia, para os pacientes e seus familiares, promovendo espaço para alívio, expressão e elaboração de sentimentos, além da busca de resolução de conflitos e satisfação dos desejos, contribuindo para a aquisição de novas estratégias de enfrentamento e melhora na qualidade de vida. Atendimento individual ou familiar, preparação para cirurgia e psicoterapia breve focal são os procedimentos oferecidos pela Psico-Oncologia.

Todo paciente que iniciar o tratamento quimioterápico passará por uma avaliação psicológica para identificar o risco psíquico e a demanda de acompanhamento, podendo o atendimento psicológico acontecer tanto em consultório quanto durante a infusão da quimioterapia, através da visita da psicóloga, da solicitação da equipe de saúde e do agendamento de consulta pelo próprio paciente.

AMO +

 Preocupada em oferecer sempre a melhor atenção e cuidado aos seus pacientes, a AMO desenvolve um conjunto de atividades que complementam o tratamento oncológico. Para isto, o paciente e seus familiares são acompanhados antes de iniciar o tratamento, através do Grupo AMO Acolher, e durante o tratamento com o Ciclo de Palestras e o Grupo de Apoio Mútuo. Conheça mais sobre cada um deles.

Grupo AMO Acolher

Diante do diagnóstico da neoplasia e da indicação de quimioterapia, o paciente e seu familiar sentem-se impactados com a realidade desconhecida. Dúvidas e fantasias permeiam os pensamentos e sentimentos dos mesmos, muitas vezes trazendo ideias equivocadas sobre essa nova realidade.

Sendo assim, a equipe multidisciplinar promove o grupo AMO Acolher visando passar informações aos pacientes com Indicação de quimioterapia e aos seus familiares.

O AMO Acolher conta com a participação de profissionais da Enfermagem, Farmácia, Psico-Oncologia e Nutrição, com objetivos de esclarecer dúvidas; aproximar a equipe de saúde dos pacientes e familiares; e reduzir insegurança e ansiedade pré-quimioterapia, facilitando o fortalecimento e a confiança dos mesmos durante todo o tratamento.

O Grupo acontece todas as sextas-feiras, às 8h, no auditório da AMO Rio Vermelho.

Ciclo de Palestras

Os pacientes e seus familiares ainda participam do Ciclo de Palestras: encontros com palestras e vivências realizados por profissionais convidados, oferecendo temas complementares para somar aos cuidados tradicionais, agregando conhecimento e favorecendo o desenvolvimento de formas saudáveis de lidar com a realidade oncológica. Para maiores informações sobre o próximo encontro, entre em contato com o Serviço de Psico-Oncologia.

Grupo de Apoio Mútuo

Com frequência semanal, o Grupo de Apoio Mútuo é formado por pacientes em quimioterapia e auxiliado pelas psicólogas para fortalecimento emocional, com o reconhecimento das possibilidades diante do diagnóstico oncológico, a partir da troca de experiências e sentimentos.

Orientações aos Pacientes e Familiares

Tanto os pacientes quanto seus familiares experimentam momentos de sofrimento, de altos e baixos, de desânimo, incerteza e dúvidas. Desta forma, selecionamos algumas orientações iniciais:

• O senso de humor pode ajudar em vários momentos.

• Sempre que possível leia e aprenda algo sobre a doença e também como é tratada, mas evite “Dr. Google”.

• A conversa sincera é sempre um passo muito importante para o suporte mútuo.

• Quando nada pode ser dito, um toque ou um abraço pode dizer tudo. Ouvir o que cada um tem a dizer ou respeitar o seu silêncio são exemplos de grande ajuda.

• Pequenas atitudes podem ser de grande valia: conversem de que forma cada um pode ajudar o outro.

• Respeite a autonomia do paciente, é difícil aceitar o fato de necessitar de cuidados.

• Não há uma maneira certa ou errada para se comportar diante dessa situação.

• Coloque-se no lugar do outro: esta pode ser uma realidade difícil para todos.

• Se você sentir-se emocionado e com vontade de chorar, chore. Não tenha medo de expressar seus sentimentos.

• Cuide da sua saúde! Não ignore as suas necessidades.

• Se sentir necessidade, procure um amigo ou uma pessoa de confiança para ouvi-lo.

• Lembre-se de que todo cuidado dispensado a você mesmo será também um cuidado dedicado a quem você ama.

O importante é que o paciente e o familiar encontrem caminhos que os levem a enfrentar o problema da melhor maneira possível, isto é, com segurança, confiança, vontade de vencer, paciência e com um apoio psicológico adequado.

É possível manter as atividades profissionais e sociais durante o tratamento?

As atividades profissionais e sociais devem ser mantidas, desde que se observem as reações do paciente durante o tratamento, que são variáveis de pessoa a pessoa. Se a disposição física diminuir durante esse período, o ideal é respeitar os novos limites, evitando as atividades que provocam maior desgaste físico e/ou emocional.

Recomenda-se adaptar os compromissos profissionais ao tratamento, reservando os dias subsequentes às aplicações para repouso. As viagens devem ser planejadas em função do calendário de tratamento, discutindo-se com a equipe médica e de enfermagem a época mais adequada para realizá-las. Para os casos em que são esperadas alterações importantes no número de leucócitos no sangue, sugerimos algumas restrições ao convívio social.

Como fica minha vida sexual?

A sexualidade é um dos pilares para uma boa qualidade de vida. Durante o tratamento oncológico, o paciente vive situações físicas que podem interferir na sua sexualidade. Muitos desses transtornos são passageiros e outros podem ser diminuídos ou eliminados com apoio psicológico. Durante a quimioterapia, é possível que os efeitos colaterais diminuam a libido e levem a uma baixa autoestima nos homens e nas mulheres. A quimioterapia pode causar alterações hormonais, tanto em homens quanto em mulheres, modificando temporariamente o desempenho sexual e reprodutivo.

NAS MULHERES

A alterações hormonais podem levar a mudanças no ciclo menstrual, podendo haver alteração na quantidade de sangramento, e até suspensão da menstruação (amenorreia). Outro sintoma possível é o ressecamento da vagina. Caso haja desconforto pode- se utilizar gel lubrificante solúvel em água durante as relações sexuais. O médico deve ser avisado caso haja dor, prurido vaginal ou sangramento. Durante o período de tratamento, deve-se evitar a gravidez, para evitar efeitos dos medicamentos sobre o feto. É aconselhável conversar com o médico sobre o método anticonceptivo mais adequado para seu caso.

O que devemos saber sobre medicamentos

O QUE SÃO MEDICAMENTOS?

Medicamentos são produtos especiais elaborados com a finalidade de diagnosticar, prevenir, curar doenças ou aliviar seus sintomas, sendo produzidos com rigoroso controle técnico para atender às especificações determinadas pela Anvisa. O efeito do medicamento se deve a uma ou mais substâncias ativas com propriedades terapêuticas reconhecidas cientificamente, que fazem parte da composição do produto, denominadas fármacos, drogas ou princípios ativos. Os medicamentos seguem normas rígidas para poderem ser utilizados, desde a sua pesquisa e desenvolvimento até a sua produção e comercialização.

IMPORTANTE

Para que os medicamentos tenham o efeito desejado, eles devem ser usados de forma correta e com orientação médica e farmacêutica.

PARA QUE SERVEM OS MEDICAMENTOS?

ALÍVIO DOS SINTOMAS

• Diminuem ou eliminam sintomas (dor, febre, inflamação, tosse, coriza, vômitos, náuseas, ansiedade, insônia, etc), mas não atuam nas causas. Ao aliviar os sintomas, o medicamento pode mascarar a doença, dando a falsa impressão de que o problema foi solucionado. Por isso, antes de usá-lo, é importante consultar o médico e o farmacêutico.

CURA DAS DOENÇAS

• Eliminam as causas de determinada enfermidade, como infecções e infestações. Tem-se como exemplos: antibióticos, anti-helmínticos (medicamentos contra vermes), antiprotozoários (medicamentos contra malária, giardíase e amebíase);

• Corrigem a função corporal deficiente: suplementos hormonais, vitamínicos, minerais, enzimáticos, etc.

PREVENÇÃO DE DOENÇAS

• Auxiliam o organismo a se proteger de determinadas doenças. Alguns exemplos são: soros, vacinas, antissépticos, complementos vitamínicos, minerais e enzimáticos, profiláticos da cárie, etc.

DIAGNÓSTICO

• Auxiliam na detecção de determinadas doenças, além de avaliar o funcionamento de órgãos. Neste grupo estão os contrastes radiológicos.

Ao utilizar um medicamento é importante ter CONHECIMENTO da sua indicação.

 

O QUE SÃO FORMAS FARMACÊUTICAS?

Os medicamentos apresentam-se em diferentes formas físicas para possibilitar o seu uso pelo paciente. São formas farmacêuticas:

• Comprimidos

• Cápsulas, pós e granulados

• Xaropes • Soluções (gotas, nasais, colírios, bochechos e gargarejos e injetáveis)

• Supositórios, óvulos • Aerossóis

• Pomadas e suspensões.

O QUE É VIA DE ADMINISTRAÇÃO?

A via de administração é a maneira como o medicamento entra em contato com o organismo, é sua porta de entrada, podendo ser via oral (boca), retal (ânus), parenteral (injetável), dermatológica (pele), nasal (nariz), oftálmica (olhos), sublingual (embaixo da língua), dentre outras.

Cada via é indicada para uma situação específica, e apresenta vantagens e desvantagens.

Uma injeção, por exemplo, é sempre incômoda e muitas vezes dolorosa, mas, por outro lado, apresenta efeito mais rápido.

QUAIS INFORMAÇÕES DEVEM CONSTAR NA EMBALAGEM?

• Nome comercial do medicamento (ausente em genéricos). Em caso de medicamentos fitoterápicos, deve ser apresentado o nome botânico da planta.

• Denominação genérica. • Nome, endereço e CNPJ da empresa produtora.

• Nome do fabricante e local de fabricação do produto.

• Número do lote.

• Data da fabricação (mês/ano).

• Data de validade (mês/ano).

• Número de registro (MS seguido do número, constando 13 números, iniciando com 1). • Composição do medicamento, quantidade e via de administração.

• Nome do farmacêutico responsável técnico e número da inscrição no CRF.

• Telefone do Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC.

• Lacre de segurança (toda a embalagem deve estar lacrada).

• Tinta reativa, que quando raspada com metal deve apresentar a palavra QUALIDADE E NOME DO LABORATÓRIO; ou selo de rastreabilidade.

IMPORTANTE

A ausência de alguma dessas informações na embalagem é sinal de que há algo errado com o medicamento. Caso falte qualquer informação, o produto deve ser encaminhado, em sua embalagem original, ao serviço de vigilância sanitária, a fim de verificar se é falsificado ou não.

CUIDADO

A internet se transformou no principal veículo de comércio de medicamentos falsificados no mundo todo. Nem sempre o medicamento encomendado é o que você recebe, e o efeito que ele terá sobre o organismo é imprevisível. Adquira medicamentos em redes de farmácias reconhecidas e confiáveis.

QUAIS OS CUIDADOS AO COMPRAR MEDICAMENTOS?

• Só tome medicamentos com orientação médica.

• Nunca compre medicamentos em feiras e camelôs.

• Só compre medicamentos em farmácias e drogarias, de preferência aquelas que você já conhece.

• Muita atenção com promoções e liquidações: preços muito baixos podem indicar que o medicamento tem origem duvidosa, nenhuma garantia de qualidade ou até mesmo pode ser produto roubado.

• Exija sempre a nota fiscal da farmácia ou drogaria.

• Guarde com você a nota fiscal, a embalagem e a cartela ou frasco do medicamento que está sendo usado. Eles são seu comprovante para reclamação em caso de irregularidades.

• Não compre medicamentos com embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que soltam facilmente ou estejam apagados e borrados.

• Procure o médico caso os sintomas persistam.

O QUE OBSERVAR AO SELECIONAR UM LUGAR PARA GUARDAR MEDICAMENTOS?

• Se é em local seguro e fora do alcance das crianças, para evitar uma ingestão acidental de medicamento.

• Se está protegido da luz direta, do calor e da umidade. Locais quentes como a cozinha e úmidos como o banheiro não são adequados para guardar medicamentos.

• Eles podem causar alterações em sua composição, diminuindo sua eficácia ou causando efeitos tóxicos, mesmo estando dentro do prazo de validade.

OUTROS CUIDADOS

• Respeitar a temperatura de conservação do medicamento, informada na bula ou no rótulo do produto (ex. geladeira).

• Conservar o medicamento na embalagem original.

• Não remover o rótulo das embalagens.

• Observar a data de validade.

• Não reaproveitar frascos usados de medicamentos para colocar outros líquidos. Pode causar intoxicação.

• Evitar deixar o medicamento no interior do carro por muito tempo.

IMPORTANTE

Evite armazenar sobras de medicamentos em casa, formando as chamadas “farmácias caseiras”. Às vezes é importante ter alguns medicamentos de venda isenta de prescrição médica, para alguma emergência.

Todos os medicamentos devem ser checados constantemente para retirada dos que apresentem prazo de validade expirado.

Interações medicamentosas

Interação medicamentosa é o evento clínico em que o efeito de um medicamento é alterado pela presença de outro fármaco, de alimento, de bebida ou de algum agente químico. Constitui a principal causa de problemas relacionados a medicamentos. Portanto, é muito importante se informar sobre a utilização correta do medicamento com o médico ou farmacêutico.

O QUE SÃO INTERAÇÕES ENTRE MEDICAMENTOS?

São as interferências que ocorrem quando dois ou mais medicamentos são administrados ao mesmo tempo, podendo causar a diminuição ou o aumento do efeito esperado, ou ainda o surgimento de efeitos indesejados.

IMPORTANTE

Para evitar que um medicamento prejudique o outro, informe sempre ao médico e ao farmacêutico sobre todos os medicamentos que você estiver usando.

QUAIS SÃO OS RISCOS NO USO DE MEDICAMENTOS COM BEBIDAS ALCOÓLICAS?

As associações entre medicamentos com bebidas alcoólicas podem levar a efeitos indesejados graves, inclusive com risco de morte.

O álcool tanto pode potencializar os efeitos de um medicamento quanto neutralizá-lo.

COMO OS MEDICAMENTOS PODEM INTERAGIR COM OS ALIMENTOS?

Em algumas situações, os medicamentos também interagem com alimentos. Essas interações podem comprometer seriamente o tratamento, potencializando reações adversas ou diminuindo os efeitos terapêuticos dos medicamentos, ocasionando diversos prejuízos à saúde do usuário.

IMPORTANTE

Prefira sempre tomar o medicamento com água, a menos que seu médico dê outra orientação.

OS MEDICAMENTOS PODEM SER UTILIZADOS JUNTO COM PLANTAS MEDICINAIS?

Não. Nunca tome medicamentos com chás ou outros produtos à base de plantas medicinais, porque podem causar problemas sérios para o seu organismo. Além disso, os chás em geral diminuem os movimentos do estômago, o que pode interferir no processo de absorção do remédio.

IMPORTANTE

Não use plantas medicinais junto com medicamentos sem informar-se antes com o médico ou farmacêutico.

Intoxicações por medicamentos

A intoxicação por medicamentos ocorre principalmente pelo seu uso acidental, em especial com crianças. Por isso, é muito importante armazenar esses produtos em locais seguros.

Há também outros casos de intoxicação: pelo uso do medicamento de forma incorreta ou abusiva; erro de prescrição ou de administração; automedicação; e até mesmo com uso dos medicamentos de forma correta. Outra causa muito frequente é a tentativa de suicídio.

Uso de plantas naturais

IMPORTANTE

Não utilize produtos naturais em combinação com tratamento quimioterápico, pois pode ser perigoso. Consulte antes seu médico e/ou farmacêutico.

“SE É NATURAL NÃO FAZ MAL”?

O consumo de medicamentos fitoterápicos, bem como de plantas medicinais in natura, tem sido estimulado com base no mito “se é natural não faz mal”. Porém, ao contrário da crença popular, eles podem causar diversas reações como intoxicações, enjoos, irritações, edemas (inchaços) e até a morte, como qualquer outro medicamento.

ATENÇÃO

Para evitar intoxicações, nunca guarde os medicamentos em locais de fácil acesso para crianças (gavetas ou armários baixos).

MEDICAMENTOS SEMPRE FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Medicamentos e os idosos

A proporção da população acima de 65 anos está aumentando, e o uso de medicamentos nesta faixa etária é muito elevado. No entanto, existem diversos problemas relacionados com o uso de medicamentos, entre eles:

• O funcionamento do organismo dos idosos é mais lento e isso exige uma redução na dose do medicamento.

• As reações indesejadas são mais frequentes.

• Os idosos geralmente têm múltiplas doenças, tomam mais de um medicamento, aumentando assim o risco de interações medicamentosas e efeitos indesejados.

QUAIS OS CUIDADOS AO USAR MEDICAMENTOS?

• É fundamental o acompanhamento do idoso pela família nas consultas médicas e na administração de medicamentos.

• É importante não interromper o tratamento, respeitar os horários de administração e as doses dos medicamentos.

• Se observar o aparecimento de qualquer sintoma, suspenda a medicação e procure seu médico.

Entre em contato imediatamente com seu médico e/ou enfermeira sempre que apresentar:

1. Náuseas e vômitos severos, de difícil controle, que não permitam ingestão de água ou alimento.

2. Dor: aumento ou aparecimento de uma nova dor.

3. Fraqueza severa ou dificuldade para andar de aparecimento abrupto.

4. Febre (37,8 oC) ou maior, tremor e calafrios.

5. Hematomas, discretos pontos vermelhos ou algum outro sinal de sangramento.

6. Dor e/ou perda de sangue ao urinar.

7. Urina em quantidade e frequência menores que o habitual, sensação de queimor ou ardência ao urinar.

8. Diarreia líquida em 3 ou mais episódios em 24 horas.

9. Dor na garganta, tosse com secreção, dificuldade de respirar.

10. Inchaço (edema) de extremidade repentino com ou sem dor.

11. Qualquer situação em que se sinta muito mal e não saiba identificar a natureza do problema.

As orientações deste manual são de caráter geral. Toda dúvida específica deve ser discutida com a equipe responsável pelo seu acompanhamento.

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